Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

O Fim? (2)

A Marvel continua soltando pistas de sua nova minissérie (ou arco de história ou evento) chamada The End.


Depois de mostrar uma imagem de Wolverine desfigurado, o novo teaser pelo menos deixa claro que o que quer que seja vai acontecer no uninverso Ultimate. Pois é nessa versão que aparecem Gavião Arqueiro, Tempestade, Ciclope, Jean Grey e Homem de Ferro observando o esqueleto de um corpo pulverizado. E não parece se tratar de um esqueleto de adamantium.


De todo modo, o suspense acaba na semana que vem. Junto com a imagem, a Marvel liberou a data de lançamento: 27 de julho.


Falta pouco, agora...

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Natalie Portman será Jane Foster

Esta parece ser a semana das confirmações dos atores para interpretar personagens dos quadrinhos no cinema.

Depois da escolha de Ryan Reynolds como Lanterna Verde/Hal Jordan, hoje a Marvel anunciou Natalie Portman para viver a enfermeira Jane Foster, par romântico do Poderoso Thor no filme que estreia em maio de 2011.

Portman é velha conhecida dos fãs de quadrinhos e ficção científica. Em 2005, interpretou Evey na adaptação da obra de Alan Moore, V de Vingança; em 1999, 2002 e 2005, viveu Padmé na trilogia Guerra nas Estrelas.

Talvez ela não seja tão parecida com a versão clássica de Jane Foster, aquela que ficou imortalizada na mente dos fãs mais veteranos que assistiam ao desenho desanimado do Deus do Trovão. Como o filme certamente será ambientado nos dias atuais (a parte que passa na Terra, bem entendido), Portman cairá bem na versão da fase atual da enfermeira nos quadrinhos.

Papo de Quadrinho viu: Justiceiro: Zona de Guerra

Por Társis Salvatore

Para manter a tradição de respeito deste blog a seus leitores, não há spoilers nesta nota.

O Justiceiro estreou nos quadrinhos como coadjuvante em The Amazing Spider-Man 129 (fevereiro de 1974), mas somente em 1986 ganhou minissérie própria. No início da década de 90, personagens violentos e/ou politicamente incorretos ganharam destaque; assim, Frank Castle, o Justiceiro, um ex-militar cuja família foi morta pela máfia durante um piquenique, sobreviveu para se tornar um impiedoso matador de mafiosos e alcançou grande sucesso e popularidade com uma fórmula basicamente simples: encontrar vilões e atirar para matar.

Para o azar dos fãs, as primeiras incursões do Justiceiro à telona não foram muito bem recebidas pela crítica e público. Em 1989, The Punisher estreou nos cinemas dirigido por Mark Goldblatt, com Dolph Lundgren no papel principal, um baixo orçamento e as muitas diferenças com relação aos quadrinhos. O resultado foi o fracasso nas bilheterias e o repúdio dos fãs.

Em 2004 houve uma nova tentativa de levar o Justiceiro para as telonas, mas, novamente, o resultado foi insatisfatório, embora muito melhor do que o primeiro filme. Desta vez, a trama remetia aos quadrinhos e o Justiceiro foi vivido por Thomas Jane tendo o galã John Travolta como vilão.

Curiosamente o que foi considerado o "verdadeiro" filme do Justiceiro, sequer chegou aos cinemas e saiu no Brasil diretamente em DVD.

Lançado em um momento em que o Justiceiro não desfruta de grande popularidade e a violência explícita já não tem lotado as salas de cinema americanas, o novo filme passou desapercebido do público exatamente por ser fiel aos quadrinhos e à essência de seu personagem.

Ray Stevenson é um retrato fiel do Justiceiro (da boa fase Garth Ennis e Steve Dillon, a dupla criativa que trabalhou com o persongem pelo selo Marvel Knights entre 2000 e 2003). Essa fase, marcada pela violência explícita tanto nos bons roteiros quanto na arte, foi transportada com maestria pela diretora Lexi Alexander (Hooligans, 2005) e trouxe no elenco dois personagens importantes dos quadrinhos: o vilão Retalho (Dominic West) e o parceiro Microchip (Wayne Knight, o Newman do seriado Seinfeld), além do próprio Stevenson.

Assim como nos quadrinhos, Justiceiro: Zona de Guerra apresenta sem firulas a violência e a amargura de Frank Castle. Sua fúria punitiva - Castle não quer vingança, quer punir os mafiosos - conta com a conivência da polícia local que aprova seus métodos para chegar aonde o grande braço da lei não alcança, até que um agente infiltrado é morto e a amargura de Castle põe em dúvida suas convicções.

O restante é um reflexo da violência que acompanha o Justiceiro nos quadrinhos, seu palco repleto de bandidos mortos sem piedade, uma guerra envolvendo diferentes facções e gangues e reféns da loucura de um terrível vilão: O Retalho.

É uma pena que o melhor filme do Justiceiro (alguns fãs diriam, o único filme do Justiceiro) é uma adaptação certa na hora errada, um momento em que o público médio se enche de esperanças pela vinda do novo presidente norte-americano e parece saturado pela guerra, não acreditando que a matança desenfreada seja a melhor diversão para o momento.

Para os fãs de quadrinhos, sobretudo de heróis "politicamente incorretos" como Justiceiro, valeu a espera por essa ótima adaptação.

Sábado, 11 de Julho de 2009

Escolhido ator para Lanterna Verde

Depois de ter sido cotado juntamente com Bardley Cooper e Justin Timberlake, Ryan Reynolds foi confirmado para viver o herói dos quadrinhos na adaptação que começa a ser filmada em janeiro.

Este será a terceiro filme baseado em HQs de sua carreira. Ele já interpretou Hannibal King em Blade: Trinity e, mais recentemente, Deadpoll em X-Men Origins: Wolverine, cuja boa atuação deve ter pesado na escolha para este novo papel.

O site Newsarama fez uma analogia curiosa: Reynolds está trilhando o caminho contrário de sua mulher, Scarlett Johansson, que acaba de sair da adaptação de um personagem da DC, The Spirit, e já se prepara para viver a Viúva Negra em Iron Man 2, da Marvel.

O filme do Lanterna Verde será dirigido por Martin Campbell (Casino Royale) e terá roteiro assinado por Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Michael Green.

Não sei se seria minha escolha, mas o fato de contratarem um ator com mais de 30 anos (ele completa 33 em outubro) é um alívio. Mesmo no início da carreira heróica, Hal Jordan sempre passou a impressão de ser um cara mais maduro. Acho que é um bom começo...

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Aham...


A Marvel e seus teasers!

O desta semana vem com o sugestivo título "Novo Thor vs. Novo Hércules".

A imagem acima cria a dúvida: troca de papéis?. Permanente ou temporária? Logo agora que o Deus do Trovão tinha acertado o passo nas mãos do Straczynski?

Trata-se da capa ou alguma ilustração da revista Incredible Hercules 136, a ser lançada em outubro. O roteiro é de Fred Van Lente (Marvel Zombies) e Greg Pak (Hulk Contra o Mundo).

O jeito é aguardar...

Segundo número de Luluzinha Teen

Polêmicas à parte, a Ediouro coloca nas bancas este mês mais uma edição da revista que adaptou a personagem Luluzinha para o público adolescente.

Não dá para saber se o lançamento no mês passado foi bem sucedido nas vendas – apesar de ter bombado na mídia; o fato é que a editora anuncia uma tiragem de 100 mil exemplares, o que não é pouca coisa em se tratando do mercado brasileiro.

Este segundo número será ambientado numa festa dos anos 50, com direito a vestidos rodados e banda de rockabilly. Tudo como pano de fundo para os encontros e desencontros amorosos típicos do público-alvo, meninos e meninas entre 12 e 16 anos.

O maior mérito de Luluzinha Teen é ser uma produção brasileira, do roteiro de Renato Fagundes ao design e direção de arte do estúdio Labareda. Também gosto do uso de recursos modernos como o blog da Luluzinha para garantir a interatividade com os leitores.

Seu maior defeito, talvez, seja a carona descarada na Turma da Mônica Jovem, do estilo “mangá” ao slogan “Eles cresceram!” que aparece em splash na capa da publicação (não lembro se a revista do Maurício de Sousa chegou a oficializar este slogan, mas foi assim que a mídia se referiu à nova revista na maior parte do tempo).

A revista tem formato 15,8 x 20,5 cm, 96 páginas, capa e 16 das 96 páginas em cores, e preço de R$ 6,40.

Pôsteres retrôs

Quadrinhos e artes plásticas costumam manter um diálogo interessante.

Anos atrás, aqui no Brasil tivemos a exposição História em Quadrões, com paródias de quadros famosos “interpretados” pelos personagens de Maurício de Sousa; mais recentemente, nos Estados Unidos, a Marvel fez o mesmo com Wolverine numa série de capas variantes.

O artista americano Tom Whalen vem produzindo alguns pôsteres em estilo retrô com personagens dos quadrinhos, cinema, desenhos animados e literatura. Dois dos mais bacanas são esses aí de cima, dos Invasores e dos Vingadores, mas há muito mais aqui para quem quiser dar uma olhada.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Vampirella a U$ 1,99

Em comemoração ao 40º aniversário da vampira mais sexy dos quadrinhos (empatada com a brasileira Mirza, talvez?), a Harris Comics lança em setembro a primeira parte (de quatro) da minissérie Vampirella: The Second Coming, escrita por Phil Hester (Darkness) e desenhada pelo novato Daniel Sampere.

O anúncio do lançamento causou um certo alvoroço no mercado americano menos pelo prestígio da personagem que pelo preço de capa: US$ 1,99 (uma HQ da Marvel custa o dobro, US$ 3,99).

E antes que alguém diga que a edição será malcuidada por causa do preço, a Harris garante que cada revista terá 20 páginas com capa e miolo coloridos.

Segundo a editora, na trama Vampirella tornou-se um fenômeno cultural como Marylin Monroe e Bettie Page, um símbolo de sensualidade e poder. Por conta disso, um grupo de mulheres começa a cultuar a vampira, tatuando os corpos e pesquisando sua história.

Quando um misterioso vírus infesta a população masculina liberando seus desejos mais sombrios, essas mulheres atendem um chamado para combater a ameaça. Cool!

A primeira edição terá capas alternativas desenhadas por Joe Jusko (acima), Arthur Suydam, Ryan Stegman e Jose Gonzalez (abaixo, nessa ordem).

Vampirella estreou em setembro de 1969, já em título próprio, pela Warren Publising;

Fica a pergunta (que já está se tornando comum na maioria dos meus posts): será que esse material chega aqui um dia?

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Sai segunda “Biblioteca” dos Vingadores

A Panini promete para este mês o segundo volume da Biblioteca Histórica Marvel: Os Vingadores, reunindo histórias publicadas originalmente nas edições 11 a 20 da revista The Avengers (1964/1965).

Todas estas edições foram escritas por Stan Lee e desenhadas por Don Heck, com algumas participações de Jack Kirby. É, sem dúvida, um período memorável dos Vingadores, apresentando batalhas contra o Barão Zemo, Toupeira, Fantasma Vermelho, Conde Nefária...

Esta fase também marca a primeira mudança, de muitas que viriam depois, na formação da equipe. Saem os fundadores Homem de Ferro, Thor, Homem-Formiga e Vespa para a entrada dos ex-vilões Gavião Arqueiro, Mercúrio e Feiticeira Escarlate. Fico imaginando como os leitores da época se sentiram...

O legal é que muitas destas histórias serviram de base para os “desenhos desanimados” do Capitão América da década de 60.

Biblioteca Histórica Marvel: Os Vingadores 2 terá capa dura, 220 página e preço de R$ 52. A capa não foi divulgada, mas se a Panini mantiver o formato do mesmo encadernado americano, Marvel Masterworks, deve se parecer com essa aí de cima.

Panini lança "Batman 70 Anos"

O encadernado de 196 páginas - o primeiro de quatro edições - chega às bancas este mês e reúne histórias publicadas nas revistas Batman, Detective Comics, The Batman Chronicles, The Brave and The Bold, Batgirl Year One e Secret Origins nos anos de 1940, 1957, 1963, 1972, 1982, 1983, 1986, 1996, 2000 e 2003.

Entre os criadores, nomes como Bob Kane, Bill Finger, Sheldon Moldoff, Frank Robbins, Mike W. Barr, Jim Aparo, Gerry Conway, Brian Michael Bendis e outros.

Coletâneas com as “melhores histórias” são sempre complicadas. “Melhores” para quem? Neste caso, como em outros, nem é uma seleção dos editores brasileiros: o encadernado saiu nos Estados Unidos em 2007 com o título Batman: Greatest Stories Ever Told vol. 2.

Mas iniciativas como esta não são de todo o mal: para quem não está familiarizado com o personagem (será que existe alguém que não esteja?), é uma oportunidade de entrar em contato com vários períodos; para os veteranos, uma chance de rever alguns clássicos.

Revolução Constitucionalista em Quadrinhos

A adaptação de obras literárias ou passagens da História brasileira têm se mostrado cada vez mais como uma alternativa economicamente viável para a produção nacional de quadrinhos.

O exemplo mais recente é Revolução Constitucionalista de 1932 em Quadrinhos, escrita e ilustrada pelo cartunista Maurício Pestana, que tem lançamento amanhã (8), às 19h, no Museu Afro Brasil.

O projeto foi uma encomenda da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo a Pestana, que tem grande experiência na produção de material didático. Segundo informa a assessoria, o novo livro já está garantido nas salas de aula da rede estadual de ensino para crianças a partir de 9 anos.

A Revolução Constitucionalista de 1932 foi um levante armado de parte da população de São Paulo contra o governo provisório de Getúlio Vargas e a favor de uma nova Constituição. Mesmo derrotados pelas forças governistas, os revoltosos deixaram como legado a convocação de uma Assembleia Constituinte no ano seguinte e a Constituição de 1934.

Nesta adaptação, os fatos são contados de uma criança para outra – uma técnica para promover a identificação do público-alvo com a história. Do mesmo modo, o autor buscou fazer a ponte entre alguns elementos do fato histórico com o cotidiano dos paulistanos, como as avenidas Nove de Julho (data de início do conflito) e 23 de Maio (dia em que os jovens Martins, Miragaia, Drausio e Camargo foram mortos num confronto pré-revolução).

SERVIÇO:
Revolução Constitucionalista de 1932 em Quadrinhos
Roteiro e Arte: Maurício Pestana
32 páginas
R$ 12,00
Lançamento: 8 de julho, 19h, Museu Afro Brasil (Parque Ibirapuera, Pavilhão Manoel da Nóbrega)

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

5 Perguntas para Antonio Cedraz

Nascido no interior da Bahia, professor formado e bancário aposentado, Antonio Cedraz começou a desenhar aos 16 anos. Em 1998, deu continuidade ao seu sonho e começou a produzir a Turma do Xaxado por sua própria editora.

Premiado com o Ângelo Agostini e colecionador de cinco prêmios HQMix, seus quadrinhos têm uma forte identidade nacional e retratam, pelos olhos de um grupo de crianças, a sofrida condição dos brasileiros que vivem no Nordeste.

Antonio Cedraz responde as 5 Perguntas do Papo de Quadrinho desta semana:

1) As tiras da Turma do Xaxado foram publicadas em alguns poucos jornais do Sul e Sudeste. Nunca houve interesse de editar por aqui ou você encontrou resistência?
As tiras do Xaxado foram publicadas durante um ano no jornal O Sul de Porto Alegre e agora estão saindo semanalmente no caderno infantil do jornal Agora de Rio Grande (RS), e também no site Sul Mix. Saíram também em jornais de Minas e do interior de São Paulo. Sempre tive interesse em editar por todo o Brasil, mas é muito difícil. Fiz contrato com a Intercontinental Press, mas ainda não andou. Provavelmente elas saiam agora no exterior, na Revista Brasil, editada em Portugal.

2) No quadrinho nacional, os gêneros que mais deram certo foram o infantil, o humor e, no passado, o terror. Na sua opinião, porque as HQs de super-heróis e ficção científica brasileiras, por exemplo, não alcançam sucesso comercial?

Ao meu ver, as histórias de super-heróis brasileros não deram certo porque parecem sempre com os heróis americanos. Outro fator é que nós brasileiros valorizamos muito mais o que é feito lá fora. Não valorizamos a prata da casa. Um sujeito para se dar bem aqui no Brasil precisa ser reconhecido primeiro lá fora.

3) Personagens infantis como Mônica e Luluzinha passaram por uma atualização e ganharam versão para adolescentes. Você vislumbra esta possibilidade para a Turma do Xaxado no futuro?
Não, não pretendo muda a fase atual da Turma do Xaxado. Primeiro tenho que lutar para eles se tornarem conhecidos e até chegarem as bancas ou livrarias de muitos lugares, Por enquanto, as nossas publicações são restritas à Bahia mas pretendo fazer um investimento para colocar o mais rápido possível. Ando a procura de parceiros para essa empreitada.

4) Você é um dos grandes defensores do uso do quadrinho na Educação. Acredita que a recente polêmica em São Paulo, quando foram distribuídos quadrinhos impróprios para crianças de 9 anos, possa representar um retrocesso nesta área?

Através dos quadrinhos podemos mudar o quadro de falta de leitura desse nosso país e já foi mais que comprovado que os quadrinhos são uma grande ferramenta para incentivar a leitura. A pessoa começa lendo quadrinhos e aos poucos vai passando para outra forma de leitura. Não é à toa que os jornais sempre apostaram nisso. Quanto a polêmica na distribuição de livros impróprios para criança de 9 anos, ao meu ver foi por causa de uma má escolha. Os membros da comissão que selecionou a obra não souberam escolher ou então não se deram ao trabalho de ler. Não creio que vá atrapalhar as futuras escolhas, apenas foi um alerta para se escolher melhor as próximas obras.

5) Depois do lançamento do livro 1000 Tiras e da exposição itinerante, quais as próximas novidades da Turma do Xaxado?

Meu grande desafio é fazer o livro chegar às boas livrarias. Quanto ao projeto itinerante, ele está acontecendo com grande procura e interesse. Depois da Bienal do Livro da Bahia, ele já foi para o Colégio Antonio Vieira, um doa maiores de Salvador, para a Ilha de Itaparica e agora está na Biblioteca Central de Salvador. No mês de agosto estará em outro grande colégio, aqui da capital e já tem duas cidades do interior interessadas. Vamos participar também da homenagem ao 50 anos de publicação do Maurício de Sousa, com uma aventura onde o Cascão vai visitar o sertão do Xaxado. Pretendo ainda este ano lançar a revista em quadrinhos do Xaxado e até livros por editoras paulistas. Se Deus quiser!