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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Laudo Ferreira finaliza “Auto da Barca do Inferno”

O incansável artista adianta que sua adaptação da obra de Gil Vicente deve ser em abril pela editora Peirópolis.

Os desenhos e roteiros são do próprio Laudo, com cores de Omar Viñole, seu sócio no Estúdio Banda Desenhada e parceiro em vários projetos.

“O texto está no português arcairo e na íntegra, pois, por ser um auto, não há como adaptá-lo. O legal é que a adaptação está completamente dentro da minha ótica”, disse Laudo ao Papo de Quadrinho por e-mail.

Antes mesmo do lançamento, a quadrinização do Auto da Barca do Inferno já gerou um produto derivado. A revista literária Pessoa vai publicar uma HQ de quatro páginas chamada Gil Vicente, que vai funcionar como uma prévia da obra completa.

Ao mesmo tempo, Laudo trabalha num novo projeto, o álbum Histórias do Clube da Esquina, selecionado no ProAc – o programa estadual de incentivo à produção de quadrinhos – de 2010.

Além das 15 páginas que o artista já havia produzido e que hoje se encontram no site do Museu Clube da Esquina, haverá pelo menos 20 inéditas. A previsão de lançamento é para o segundo semestre.

Por conta disso, a notícia ruim é que Laudo terá que adiar o lançamento do terceiro e último volume de sua premiada obra Yeshuah para 2012.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Preview de Yeshuah 2: Entrevista com Laudo

Anunciado para sair em setembro, pela Devir, o segundo volume da obra de Laudo Ferreira Jr., O círculo interno o círculo externo, acaba de ter a capa de algumas páginas liberadas na Internet (veja animação abaixo).

Laudo conversou com o Papo ode Quadrinho sobre esta continuação do trabalho mais autoral de sua extensa e prolífica carreira:

1)A primeira parte de Yeshuah vai até o batizado de Jesus. Qual o período que o segundo volume abrange?
Ela começa a partir do final da primeira parte, com Jesus passando por um trabalho pessoal de vários dias no deserto, pelas suas primeiras pregações, como as pessoas o recebem, como entendem essa sua mensagem, a formação do grupo de seguidores, os primeiros sinais de incômodo que sua figura e suas palavras provocam à alta casta de sacerdotes hebreus em Jerusalém. Nessa continuação, o grande destaque, acredito, são os seus seguidores, ou os apóstolos dentro da visão católica, a personalidade de alguns e suas relações com Jesus.

2) Pode-se dizer que a vida adulta de Jesus é bem documentada por meio dos evangelhos. Foi mais fácil escrever esta segunda parte do que a primeira, que trata de um período inclusive anterior ao nascimento?
Existem inúmeras versões, documentos apócrifos e canônicos sobre a vida “pública” de Jesus. Obviamente, nada comprovado. Porém, como elementos para a composição do roteiro dessa segunda parte, são intermináveis. Os apócrifos, como o Evangelho de São Tomé, trazem uma nova luz sobre a personalidade e mesmo as idéias de Jesus e coisas assim tiveram um grande peso para mim. Mas em “O círculo externo o círculo interno” estou um pouco mais descompromissado da base canônica, diferente da primeira parte, e por já ter uma maior “intimidade” com os personagens pude criar algumas coisas um pouco mais livres e mesmo trabalhar até mais no psicológico de alguns personagens e do próprio Jesus. Na verdade, Assim em cima assim embaixo (o primeiroo volume de Yeshuah) é um prelúdio, a grande aventura de Yeshuah começa agora nessa segunda parte.

3) Um ano depois de lançado, há como avaliar a aceitação de Yeshuah pelos leitores?
Acredito eu que foi muito boa. Inicialmente, logo que saiu, muitos torceram o nariz: “Hmm, história de Jesus?!”, mas por fim acabaram entendendo qual é a do quadrinho.

4) Você sofreu críticas por parte de grupos de leitores mais religiosos em razão de sua visão muito pessoal de Jesus?
Sim. Nada excessivo, mas houve. Vi em alguns sites religiosos muita gente me chamar de oportunista, de alguém querendo pegar carona no assunto para “aparecer” ou mesmo me chamando de incrédulo por “humanizar” a figura de Jesus e consequentemente Maria, sua mãe, por exemplo. Recebi e-mail de pessoas indignadas da forma que retratei Maria. Enfim, como disse, nada excessivo.
Respeito essas opiniões e principalmente a visão que têm de Jesus. Não estou procurando impor nada, apenas contando uma visão pessoal e, se a intenção desde o início não foi banalizar a figura de Jesus e o que disse (mesmo com lapidações da igreja), é porque acredito nele também, só que minha forma de crer é outra. Mas é importante dizer que Yeshuah é uma saga espiritual e humana desvinculada de qualquer pensamento religioso, por isso, procura ser sincera por si.

5) Qual a previsão de lançamento da terceira e última parte? A obra será concluída em que passagem da vida de Jesus?
No momento estou desenhando e o Omar Viñole arte-finalizando a última parte (sem título ainda). A idéia é terminá-la e lançar em 2011. A terceira e última parte vai até a morte de Jesus. Muitas pessoas já me questionaram se irei mostrar sua ressurreição ou como irei tratar isso. Inicialmente, quando comecei a trabalhar na HQ, essa questão ficou durante muito tempo na minha cabeça, pois há o que acredito e há o que rende bacana como roteiro e imagem. Como juntar isso? Dentro de todo um trabalho pessoal que desenvolvo com minhas crenças e trabalhos espirituais, cheguei já a uma conclusão para essa saga, acredito, de uma maneira mais sincera e honesta possível. Resta saber o que os leitores irão achar. Porém há um bom caminho ainda até isso acontecer.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Mistério da Mula sem Cabeça tem lançamento nesta quinta-feira

A obra, com roteiro de Alex Mir (Tempestade Cerebral) e arte de Laudo Ferreira Jr. e Omar Viñole, foi uma das selecionadas pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo em dezembro de 2008.

Sim, você tem lido muita coisa destes artistas – Laudo e Omar – aqui no blog porque eles são realmente prolíferos e vêm produzindo muito material bom – entre eles, História do Brasil em Quadrinhos e Yeshuah.

Segundo Laudo, o roteiro de O Mistério da Mula sem Cabeça já havia sido apresentado a ele por Alex Mir e estava em seus planos. A inscrição e seleção pelo Programa de Ação Cultural do Governo (ProAC) só acelerou o processo.

A história mostra a viagem de um detetive ao Amazonas para elucidar um crime atribuído à Mula sem Cabeça. “Na verdade, há uma idéia de mais histórias envolvendo esse mesmo detetive e outras lendas do folclore brasileiro, Vamos ver como fica esse primeiro número e quem sabe venhamos a dar continuidade”, adianta Laudo.

O lançamento acontece nesta quinta (7), pela Via Lettera, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915 – Pinheiros – SP), das 18h30 às 21h30.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Dois ótimos lançamentos neste final de semana

Se o número de novas HQs que vêm chegando ao mercado – por meio de editoras ou produções independentes – serve como um termômetro, pode-se afirmar que o mercado nacional de quadrinhos anda superaquecido. Ainda bem!

Dois dos mais premiados e prolíficos quadrinhistas da atualidade agendaram o lançamento de suas principais obras do ano para este final de semana: Laudo Ferreira e Márcio Baraldi.

O primeiro é Yeshuah - Assim em Cima Assim Embaixo, obra autoral de Laudo que mostra sua visão pessoal de Jesus Cristo. Baseado nos evangelhos canônicos (aqueles considerados “oficiais” pela Igreja Católica – Mateus, Marcos, Lucas e João), a HQ foi produzida no tempo livre entre os vários trabalhos profissionais de Laudo e Omar Viñole, que cuidou da arte-final e cores.

Por isso, Yeshuah demorou quase cinco anos para ficar pronto e suas 500 páginas foram divididas em três volumes. O lançamento desta sexta-feira, dia 4, na HQ Mix Livraria, é o primeiro deles.

A outra novidada é Roko-Loko e Adrina-Lina: Hey Ho, Let’s Go!, uma compilação das tiras dos personagens de Márcio Baraldi publicadas na revista Rock Brigade entre 2004 e 2006. O lançamento acontece nesta sábado, 5, no já tradicional Festão do Baraldão, no Blackmore Bar.

A programação inclui mágicos, caricaturistas, computadores para jogar o game do Roko-Loko, shows com as bandas Exxótica e Cracker Blues, estande do Quarto Mundo e, claro, o próprio Baraldi, que por si só já é uma atração à parte.

No mesmo dia e local, acontece a entrega da segunda edição do Troféu Bigorna, promovido pelo site Bigorna de Eloyr Pacheco, que vem valorizando o trabalho de artistas, desenhistas e editoras brasileiras de quadrinhos. Comida, bebida e entrada são gratuitas.

SERVIÇO
Lançamento: Yeshuah – Assim em Cima Assim Embaixo
Laudo Ferreira Jr. e Omar Viñole
Editora Devir
04 de dezembro, às 19h
HQ Mix Livraria (Praça Roosevelt, 142 – Centro – São Paulo)
Informações: (11) 3258-7740

Lançamento: Roko-Loko e Adrina-Lina: Hey Ho, Let’s Go!
Márcio Baraldi
Editora GRRR... (Gibi Raivoso, Radical e Revolucionário)
05 de dezembro, das 14h às 19h
Bar Blackmore (Alameda dos Maracatins,1317 - Moema – São Paulo)
Informações: (11) 5041-9340

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

5 Perguntas para Laudo

Laudo Ferreira Júnior, um dos co-autores de História do Brasil em Quadrinhos, começou a carreira de ilustrador em 1983 e já publicou seus trabalhos pelas principais editoras do País. Ao longo dos anos, atuou em publicidade e na criação de cenários e figurinos para diversos espetáculos. Em 1996, abriu o Estúdio Banda Desenhada com seu sócio Omar Viñole, com o qual presta serviços de ilustração profissional e desenvolvimento de personagens.

O ano que acabou foi cheio de atividades para Laudo, uma prova de que com esforço e profissionalismo há bastante mercado para quadrinhistas brasileiros. Este ano, em que sua personagem Tianinha entra na nona série de publicação ininterrupta, não deve ser diferente para Laudo, como você confere nas 5 Perguntas que ele respondeu para o Papo de Quadrinho.

1) Como nasceu a idéia da Tianinha?
A Tianinha nasceu em 2000. Na ocasião, eu já trabalhava com a Editora Rickdan, que publica a revista “Sexy”, como ilustrador. O Licínio Rios, editor da revista na ocasião e tremendo amigo meu, me chamou falando que a editora estava trabalhando no lançamento de uma nova revista, uma versão menor e mais barata da “Sexy”, e que tinham a intenção de fechar cada edição com uma HQ. Sua idéia era que em vez de ter histórias avulsas, cada número teria histórias vividas por uma personagem fixa e me propôs a criação dela, daí veio a Tianinha. Durante todo ano de 2000 fui trabalhando nas histórias da personagem e de seus amigos muito em cima do que a editora me pedia. A coisa era bem profissional mesmo e isso conseqüentemente gerou histórias eróticas da personagem (não chegam a pornô, pois não é a proposta da revista), bem óbvias digamos assim. Com o passar de uns dois anos, a editora foi vendo que os leitores gostavam das histórias da Tianinha e aí, seu espaço foi ficando.
Em 2004, pela Internet, comecei a perceber que havia um bom público fã da loirona e isso se confirmou em 2005 quando lançamos uma edição especial só com HQs da personagem que vendeu muitíssimo bem. Naquele ano, junto com a publicação de quadrinhos “Contos Bizarros” (acho que é esse o nome...) foi à publicação nacional que mais vendeu. Isso é sério mesmo. Para editora, o número igualou-se às vendas normais de uma publicação masculina, mas para quadrinho foi muito bem. Na ocasião, comentei isso com o jornalista Sidney Gusman e ele só reiterou tudo isso. No ano seguinte, foram lançadas mais duas edições especiais que também foram bem nas bancas.
A partir daí comecei a dar outra perspectiva para a personagem e suas histórias. Mesmo mantendo o teor erótico, jogava com outros enredos, outras possibilidades, criando mais um pouco de trama, procurando até mesmo jogar um humor não tão óbvio no gênero e, principalmente, transformar a personagem em algo que o leitor realmente se identifasse, ou seja, a Tianinha é aquela gata loira que todo mundo conhece ou pode cruzar na rua.
Vale contar muita gente já disse que o nome Tianinha foi meio copiado da Tiazinha, o que nada tem a ver. Quem sugeriu esse nome foi o próprio Licínio Rios na ocasião, em 2000, pois disse tratar-se de uma brincadeira que fazia com uma amiga jornalista do meio editorial que não quis me revelar quem era, mas assegurou que eu a conhecia. Infelizmente meu amigo veio a falecer uns dois anos depois, quando inclusive já não trabalhava mais na Editora Rickdan. Não sei o que ele acharia de ver a longevidade da personagem, mas a grande piada que faço é que este “segredo” da origem do nome ele levou para o túmulo. Mas, enfim, assim estamos até hoje. Minha relação com a editora é tranqüila, tenho total liberdade para desenvolver assuntos diversos para as HQs da Tianinha e espero que continuemos assim por um muito tempo. A loira vai agradecer...rs.

2) Você esteve bastante ocupado em 2008, não? História do Brasil em Quadrinhos, Filosofia em Quadrinhos, a continuação de Depois da Meia-Noite... isso sem falar no projeto aprovado pela Secretaria de Cultura, O Mistério da Mula sem Cabeça. Como você dá conta de tantos projetos e ainda toca o estúdio Banda Desenhada?
Muita coisa mesmo...rs. Fora umas HQs curtas que andei produzindo para revistas mix como “Boca do Inferno.com”, “Café Espacial”, “Quadrinópole”, “Hangar”, além de mensalmente produzir a série da Tianinha ... Trabalho a beça!...rs...
Na verdade, alguns trabalhos, como os lançados pela Escala Educacional no final do ano passado, foram produzidos ao longo de 2007 e ficaram um bom tempo em produção editorial. O resto é muita disposição e vontade de fazer quadrinhos. Aí eu ajusto ao ritmo diário de trabalho do meu estúdio e claro, há também o Omar, meu sócio e parceiro nas HQs. São raros os trabalhos que não fazemos juntos. Isso ajuda muito. Mas como disse, é muito trabalho, quem pensa que vida de desenhista é moleza se engana. O negócio é sentar na prancheta e produzir. Não acredito muito nesse negócio de “inspiração” sou mais da coisa da “transpiração”.

3) Então é possível viver de quadrinhos no Brasil?
Ainda não. Mas já dá para ganhar alguma coisa, dentro do que o mercado oferece. Cabe ao bom profissional saber lidar com as editoras. Não basta ter só talento, ser “gênio do traço”. É preciso ter postura, confiabilidade, saber muitíssimo bem o que está fazendo e para quem se está fazendo. Isso somado a mais algumas coisas, facilita muito seu trânsito no mercado. Esses itens valem tanto para o quesito profissional, quanto para o autoral, o artístico. As duas coisas, ao meu ver têm que estar juntas.

4) Qual sua avaliação geral dos quadrinhos brasileiros de super-heróis? Há algum personagem com que você gostaria de trabalhar profissionalmente?
Acho difícil falar sobre isso, pois não é uma área de meu total interesse. Não transito por aí, embora conheça vários autores, roteiristas e desenhistas que trabalhem com esse gênero. Porém, mesmo não sendo minha “especialidade” e nem meu gênero predileto, respeito e acho que cada um faz o que bem entender. Porém o importante (e isso lógico não se aplica só ao gênero “heróis”) é que se procure criar personagens, heróis ou não, enredos, enfim, sem a intenção de “fazer o meu”, tipo: “vou criar o meu Batman... vou criar o meu Wolverine”, pois aí não tem graça, o leitor que curte o gênero quer ler O Batman, O Wolverine, compreende? Acredito que exista uma infinidade de possibilidades de se criar heróis e sem a sombra da linha americana. É quase impossível hoje em dia se criar algo novo, original, mas se o cara for fiel a seus princípios e procurar ser um “criador” e não um “leitor”, aí já se pode ter algo.
Falando em termos de produção, para breve devo desenhar uma HQ para a revista “Tempestade Cerebral” com roteiro do Alex Mir, seu editor, com sua personagem Força Mística, que é, de certa forma, uma heroína. Ando até curioso para ver como irá sair isso. Mas falando em termos de personagens que aí estão também, nunca pensei nisso, acredite. Há uma boa quantidade de heróis que eu curto, tipo Batman, que é um tremendo personagem, Sonja, a guerreira, pois curto essa linha de visual antigo e, é claro, fêmeas sensuais... mas nunca cheguei a pensar nisso.

5) Em quais projetos você estará envolvido em 2009?
Se as coisas realmente acontecerem como se está prevendo... Para meados desse ano, deverá sair pela Via Lettera o álbum “Esta noite encarnarei em teu cadáver”, adaptação do filme homônimo do cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Esse trabalho foi feito em 1996 e foi o início de minha parceria com o arte-finalista e sócio do estúdio, o Omar. Pela Editora HQM deverá sair esse ano, “Yeshuah-assim em cima assim em baixo”, o primeiro volume de uma série de três partes em que conto a vida de Jesus dentro de um visão pessoal. É um trabalho que muita gente tá esperando, ja tem muita gente malhando também... mesmo sem ler ainda...rs...
Há o trabalho com roteiro do Alex Mir, “O mistério da mula sem cabeça” que foi selecionado pela Secretaria da Cultura e no qual já estou trabalhando em seus desenhos.
Pelo Quadro Imaginário, estou preparando uma edição com sketchs e pin-ups da Tianinha, além do roteiro de uma quarta edição de “Depois da Meia-Noite”, que desta vez será desenhada pelo Alexandre Santos, autor da capa do número 3. Fora às séries da loirona que produzo todos os meses.
Bastante coisa!!! Mas, na verdade, uma parte já estava pronta há tempos, como o caso do “Yeshuah” e a do Zé do Caixão, que eu estava na batalha há muito tempo para publicação. Se tudo se concretizar, se for lançado, será um ano que poderei trazer muitas histórias para rapaziada antes de qualquer outra coisa, se divertir muito!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Vida de Tianinha continua complicada em 2009

É o que garante o quadrinhista Laudo Ferreira, criador da personagem que engata o 9º ano de publicação de suas tiras na revista masculina Total e o segundo na revista Sexy Premium, ambas da Editora Rickdan.

Laudo começou a bagunçar a vida a loira safada já no ano passado, quando a deixou viúva, jogou-a na miséria e ainda a fez sofrer uma troca de personalidade com sua irmã carola e beata durante alguns meses.

Em 2009, Tianinha vai descobrir que a morte de seu marido não foi acidental, vai virar uma celebridade relâmpago e conhecer um novo homem. De quebra, um dos coadjuvantes da série fará uma operação para mudar de sexo.

Para este ano, Laudo ainda trabalha numa edição especial da personagem com pin-ups e estudos, além de uma HQ inédita a ser lançada no primeiro semestre do ano pelo seu selo Quadro Imaginário.

Ambas as séries - Sacanagens da Tianinha (Total) e Tianinha Ilimitada (Sexy Premium) têm roteiro e desenhos de Laudo e arte-final e cor de Omar Viñole, sócios também no estúdio Banda Desenhada.